Em reunião com a SE, diretores do SINDSERV discutem temas específicos

diretores na SENa segunda-feira, 24, as diretoras Luciana Rocha e Marlene Matias, além do diretor Dinailton Cerqueira, reuniram-se com o secretario adjunto de Educação, Marcelo Rei, a diretora da SE1, Nueli, e o diretor da SE3, Celso, para esclarecimentos de algumas dúvidas dos trabalhadores e trabalhadoras da rede.

Entre os pontos debatidos, destacamos:

• Remoção 2018

O Sindicato questionou os motivos da mudança na ordem de escolha. A SE decidiu priorizar a remoção dos professores excedentes, ao invés da remoção interna. Segundo o secretário, a primeira fase contempla quem perdeu a titularidade por algum motivo que não tenha sido o desejo do professor, como por exemplo nos caso de fechamento da escola. Portanto, esta seria uma forma de ajustar para que este profissional não seja penalizado por questões cuja responsabilidade é da própria PMSBC. Informaram que este processo foi construído de maneira democrática, discutida na comissão que é formada por grupos de professores, além do plantão de dúvidas.

• EJA

Segundo rumores, a SE estava realizando pesquisas com a intenção de diminuir as salas de aulas do EJA, que passariam de 37 para 10. A diretora da SE1 afirma que essa é uma pesquisa de avaliação do perfil da escola, levantamento de dados, e que "estes rumores são absurdos, estes números não existem". Também fez referência a um "estudo de economicidade" e garantiu que a SE não irá prejudicar nenhum profissional da rede, muito menos os alunos.

• CRIANÇAS ESTRANGEIRAS

No trabalho de base realizado pelo SINDSERV nas unidades escolares, identificamos que o número de crianças estrangeiras vem crescendo e professores relatam não ter preparação para lidar com esta situação. Questionamos a falta de preparo e formação dos profissionais que recebem esta demanda, pois o desconhecimento das línguas das crianças e destas do português tem dificultado muito na relação do processo de interação e aprendizagem. Segundo a SE, se faz necessário exame, através de mapeamento do quadro escolar nas questões das novas matrículas dos novos alunos, dentre eles imigrantes e refugiados, através de ações como: a troca de experiências entre as escolas e o desenvolvimento de meios para comunicação e interação, por exemplo, através de placas de identificação dos espaços, aplicando idiomas diversos. O Sindicato considera que somente estas medidas seriam insuficientes para o trabalho e propõe a criação de um programa específico de formação de formadores sobre este tema e a busca de apoio mútuo com as comunidades estrangeiras, especialmente as árabes, africanas e sul-americanas.

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