José Rubem reassume presidência do SINDSERV

Presidente eleito ficou afastado para tratamento de saúde e retorna convocando a categoria à luta pela retomada de direitos

Zé Rubem CCZO presidente do SINDSERV, José Rubem (na foto, com trabalhadores do CCZ, em 19 de setembro), reassumiu seu posto à frente de nossa entidade após afastamento para tratamento de saúde. Vítima de um sério problema de coluna, Rubem precisou afastar-se, pois um dos pinos colocados em uma das cirurgias a que foi submetido deslocou-se e chegou a romper. Agora, continua o tratamento por fisioterapia, mas coloca-se à disposição dos sindicalizados, que o elegeram para mandato até 2021.

Em seu retorno, José Rubem destaca a importância de conscientizar o conjunto dos servidores da importância da entidade sindical: "Vivemos momentos muito difíceis, com retirada de direitos históricos e com a tentativa dos patrões e governantes irresponsáveis de destruir os sindicatos. Eles sabem que esta é a ferramenta fundamental de organização e luta da classe trabalhadora, por isso, promovem um verdadeiro discurso de ódio contra sindicatos e sindicalistas. Agora, está ficando cada vez mais evidente que os objetivos deles são muito diferentes dos nossos: no setor privado, eles querem o lucro acima de qualquer coisa, e no setor público, a submissão dos servidores aos projetos pessoais dos administradores de plantão. Não podemos aceitar isso! Nossa resposta, ao contrário do que eles querem, tem que ser o fortalecimento do sindicato", explica o presidente.

Em uma mensagem aos trabalhadores, divulgada pela página do SINDSERV no Facebook, José Rubem também lembrou das últimas ações desrespeitosas da Administração municipal, como a questão das folgas quinzenais para quem cumpre 12 x 36, a privatização do serviço de transporte, através da contratação de uma empresa de "aplicativo", as dificuldades vividas pelo pessoal do apoio nas escolas e a falta de diálogo do governo com o sindicato e a categoria. "Precisamos colocar nossa campanha na rua, lutar pelo Abono de Natal e exigir a reabertura do diálogo entre governo e Sindicato. Para isso, vamos fortalecer a entidade, com uma presença cada vez maior no trabalho de base e no contato direto com os trabalhadores", afirmou.

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